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Remar, Re-amar, Amar.
“Com o tempo,com as quedas, com o tapas na cara a gente vai crescendo, infelizmente da forma mais dolorosa, mas a gente aprende. Aprende que não devemos nunca doar o nosso melhor pra ninguém além de nós mesmos, que não devemos esperar nada de ninguém nem tão pouco criar expectativas, o ideal é não esperar nada, não esperar nenhuma atitude, nenhuma palavra, nenhum gesto de carinho, o problema é que a gente se confunde muito, as vezes a gente está ali intacto, vem alguém e demonstra demais, caímos no encanto, e no fim nos ferramos do mesmo jeito. Cara, é difícil, o melhor mesmo é não se apegar á ninguém, é simplesmente sempre saber a hora certa de parar, e a hora certa de parar é quando voce perceber de que alguma forma aquela pessoa te faz sentir algo diferente.”
Dii Santana  (via segredosameianoite)

“Eu acho definitivamente que eu não estou preparada pra me apaixonar de novo, sério. Não que eu quisesse isso, ou talvez no fundo eu queira, mas as coisas acontecem muito naturalmente, a gente cansa das coisas, das pessoas, dos sentimentos, cansa de cair, de sofrer. As vezes é melhor mesmo parar de dar corda aquilo que vemos que não tem futuro, o pior de tudo é que as vezes achamos que tem futuro quando na verdade não tem, então é melhor ficar imune á essas coisas do coração, a essas paixões mal curadas, esses amores mal acabados que sempre nos deixam com lembranças constantes. Eu não vou me arriscar de novo e me ferrar de novo como já fiz tantas vezes, dessa vez eu vou tentar fazer diferente, é melhor assim, é melhor pra mim. Talvez eu perca muita gente legal no caminho, mas não quero arriscar encontrar dores em minha caminhada. Nada foi em vão, tudo de alguma forma me fez crescer, mas agora eu quero ser um pouco mais de mim, e agora, definitivamente eu não estou preparada pra me apaixonar de novo.”
Dii Santana  (via segredosameianoite)

- Não está sendo fácil, sinto como se minha cabeça fosse explodir, minha mente viaja e não chega a nenhum lugar, estou confusa, indecisa, me vejo com tanto medo como nunca havia sentido antes. Sinto medo de ficar sozinha, medo de ter que conviver sempre com perdas, com pessoas que fingem e mentem. As pessoas acostumaram-se a me magoar, a destroçar meu coração em pedaços e depois fingir que nada aconteceu. Todas as pessoas que entraram em minha vida fizeram grandes estragos, mas a culpa de tudo, no fundo não é delas, é minha, que ainda acredito em suas palavras, que me encanto com meia duzia de gestos em cima de dezenas de erros. As pessoas não se importam comigo, mas fingem como se eu fosse a vida delas, mas apenas por alguns minutos, não conseguem manter a máscara por muito tempo, e é por isso que tenho estado tão mal, não sei em quem confiar, não sei quais palavras são verdadeiras e quais são falsas. As pessoas mentem demais, magoam demais, me ferrem demais. Estou perdida, não tenho caminho a seguir, nunca me vi tão sem saber o que fazer como hoje, estou em um desespero que se chama solidão.

Dy.


“Mesmo assim, minha autoestima oscilou, sou daqueles que, se você não fizer 36 polichinelos na minha frente, com uma placa “eu gosto de você” pendurada balançando no pescoço, jamais terei certeza. Já me enganei tantas vezes.”
Gabito Nunes. (via nevou)

Há 1 ano · 30 453 notas · reblog
originally ga-bi-to · via nevou
“Desejo a você: Cheiro de jardim. Namoro no portão. Domingo sem chuva. Segunda sem mau humor. Sábado com seu amor. Filme do Carlitos. Chope com amigos. Crônica de Rubem Braga. Viver sem inimigos. Filme antigo na TV. Ter uma pessoa especial - e que ela goste de você. Música de Tom com letra de Chico. Frango caipira em pensão do interior. Ouvir uma palavra amável. Ter uma surpresa agradável. Ver a Banda passar. Noite de lua cheia. Rever uma velha amizade. Ter fé em Deus. Não ter que ouvir a palavra não. Nem nunca, nem jamais e adeus. Rir como criança. Ouvir canto de passarinho. Sarar de resfriado. Escrever um poema de amor, que nunca será rasgado. Formar um par ideal. Tomar banho de cachoeira. Pegar um bronzeado legal. Aprender um nova canção. Esperar alguém na estação. […]Uma festa. Um violão. Uma seresta. Recordar um amor antigo. Ter um ombro sempre amigo. Bater palmas de alegria. Uma tarde amena. Calçar um velho chinelo. Sentar numa velha poltrona. Tocar violão para alguém. Ouvir a chuva no telhado. Vinho branco. Bolero de Ravel. E muito carinho meu.”
— Carlos Drummond de Andrade (via futurasuicida)

Há 1 ano · 17 719 notas · reblog
originally amortizing · via acumulou
a-clandestina asked: Teu cantinho é lindo, adoro a paz daqui!

*—-* Muito gratificante ler isso mesmo depois de tanto tempo sem entrar aqui. Obrigada *-*